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31 août 2014 7 31 /08 /août /2014 19:39

Pourquoi l'ont ils laissé partir ? Pourquoi ces deux psychiatres ne m'ont pas appelé, ne se sont sont informés sur les antécédents psychiatriques de m., pourquoi n'ont ils pas tenu compte du rapport du docteur Agostini ?

Ont ils seulement entendu le récit des ambulanciers et des policiers qui ont été chercher m. et donc vu l'état de son logement ?

Est ce le morgellon en lui même qui les aurait effrayé ?

J'ai préparé une réponse à cette incongruité . ll me fallait attendre la fin des vacances du ministère de la justice de Lagos, nous y voici.

m. ? Son état mental reste incompréhensible voir Indescriptible.

Les lésions sur le visage et dans le dos sont de plus en plus marquées. Le ​morgellon reprend vigueur physiquement .

Cependant, l'état général de la maison c'est amélioré. Des jardiniers et une femme d'ouvrage serait passés. le désordre est rangé en tas de désordres. Il y a moins d'eau sur les sols…Les conditions de vie semblent plus normales.

m. a effacé, en partie du moins, les traces de ses délires . On pourrait croire à une fin de déménagement. Une maison presque vidé oû ne subsiste que quelques meubles et des tas de petits paquets.

Financièrement, ses dépenses de ce mois sont exorbitantes et intenables . Est elle victime de vols ? D'un escroc ?

Faut il accepter une telle déroute ? La laisser se détruire, détruire ses relations familiales et affectives, ses biens, sa santé, sa vie ?

Que vais je faire, envoyer ces lettres ou pas ?

Ce dimanche, j'attends encore. Je rumine, je réfléchi, je médite, je questionne le ciel et j' écris sur un mur un drame qui n'en finit pas .

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A atenção do Sr. Medico Diretor, hospital psychiatrique de Faro

Copias enviadas a Dotor Agostinho

Centro de Saúde ACES

Ministerio da Justiça (Lagos)

GNR (Lagos)

Exmº.Sr.Diretor,

Na terça feira 04 de Agosto,a minha esposa Martine Dechamps foi levada aos vossos serviços, seguindo o mandato do Sr.Dr.Agostinho, para que o seu estado mental fosse avaliado, de forma a que fossem tomadas medidas de tratamento ou internamento.

Infelizmente este pedido não teve seguimento, de forma que a minha esposa

pode deixar os vossos serviços, sem qualquer tratamento, consulta ou eventual

internamento.

Permita-me comunicar-lhe a minha indignação perante este (deixar

andar), sendo absolutamento necessário medidas de tratamento e proteção no

que consta o estado de saúde da minha esposa.

A minha esposa sofre efetivamente à 11 anos da doença do Morgellon, e está

desde 2008 com grandes perturbações mentais que metem em perigo a sua vida e

integridade fisíca.

Como já comuniquei ao Sr.Dr.Agostinho,a minha esposa teve de ser internada 4

vezes,entre 2011 e 2013 na Bélgica, que é o nosso País de origem.

Após a sua ultima hospitalização em Fevreiro de 2013,o seu estado tinha

melhorado, até que ela deixàsse de fazer o tratamento de Psychotrope (Zyprexa). Desde Abril 2014 o seu estado tem vindo a deteriorar-se, e apresenta agora perturbações mentais importantes. Entretanto entrou num processo destrutivo,tanto das relações humanas como da sua própria habitação, o que já não garante qualquer segurança,nem condições de vida normais.

Já efetuei por 2 vezes a compra de bilhetes de avião, para regresso á

Bélgica, o que não foi possivel concretizar, visto o seu estado.

Após pequenos e grandes dramas que persistem arruinando a sua existência

assim que a minha e a dos nossos filhos. O seu sofrimento parece ser por

vezes bem grande, abandonou também os tratamentos naturais que permitiam

gerir minimamente a doença do Morgellon.

A minha esposa já foi agredida 2 vezes, bicicleta e cartões bancários

foram-lhe roubados,isto porque ela sái a meio da noite, devido a perturbações

do sono.

Tornou-se agressiva com os seus próximos, interpretando tudo de forma

paranóica, impedindo assim qualquer relação ou ajuda. Ultimamente deixa as

torneiras abertas provocando inundações, destruindo assim a habitação e tornando-a perigosa, de fato a minha esposa pode arrancar os fios das tomadas elétricas, não tendo consciencia do perigo de eletrocussão. Na questão do gaz nem ouso pensar nisso,nem nas consecuencias daí vindas.

Chamo a sua atenção para o fato que ela é em parte responsável pelo incendio

da casa de madeira, que possuiamos em 2010, tendo provocádo um corte circuito

eletrico durante a noite.

O nosso mobiliário vai desaparecendo, para o lixo ou rua, todos os papeis, faturas, documentos importantes da nossa vida civil.

Este estado perigoso e de desordem, pode ser-lhe confirmado pela policia e

enfermeiros que vieram buscà-la a 04 de Agosto, assim que por vizinhos e

outros conhecidos nossos.

Hà já algum tempo que deixei o nosso domicilio, e vivo num outro nosso

terreno a alguns kilómetros, ela aqui também aparece para me tormentar, não

notando a sua projeção delirante.

Estou profundamente chocádo, pela decissão tomada pelos 2 médicos

Psiquiatras dos seus serviços, por terem deixádo sair a minha esposa sem

qualquer tratamento ou medida de acompanhamento, deixando a minha esposa no

estado que anteriormente descrevi.

Fico também admirado que estes não me tenham contactádo para obterem

informações sobre o seu estado médico. Isto são as razões por as quais

decidi fazer um pedido de intervenção da justiça (Setembro), afim que o

estado mental da minha esposa possa vir a ser reavaliado, tendo em

consideração a sua situação geral e antecedentes medicos.

Por outro lado tenho pensado em fazer uma queixa por (não assistência a

pessoa em perigo),no quadro da função pública.

Visto eu estar de tal forma indignádo desta decissão médical que acho

inadmissivel.

As medidas de proteção civil,em caso de perturbações mentais de um

cidadão,não podem ser abandonadas;Consta da segurança e bem estar de todos.

Com os meus cordiais cumprimentos

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commentaires

Morg 01/09/2014 08:32

Bien sur il faut les envoyer